segunda-feira, 17 de maio de 2010
5ª semana de Estágio
segunda-feira, 10 de maio de 2010
4ª semana de Estágio
sexta-feira, 7 de maio de 2010
3ª semana de Estágio
terça-feira, 27 de abril de 2010
2ª semana de Estágio
segunda-feira, 19 de abril de 2010
1ª semana de Estágio
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Minha identidade de Professora
domingo, 11 de abril de 2010
O mundo gira e tudo muda de lugar...
quinta-feira, 18 de março de 2010
Estágio Curricular - Eixo VIII - Nova Etapa
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Revendo o Planejamento
sábado, 7 de novembro de 2009
Projeto de Aprendizagem
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
L’Enfant Sauvage

sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Incorporação do Sucesso
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Letramento & Alfabetização
domingo, 6 de setembro de 2009
Jan Amos Komensky - Comenius (28/03/1592 - 15/11/1670)
"Age idiotamente aquele que pretende ensinar aos alunos não quanto eles podem aprender, mas quanto ele próprio deseja".
sábado, 29 de agosto de 2009
Eixo VII - PEAD UFRGS, qual o significado disso?
sexta-feira, 12 de junho de 2009
EPNEE's
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Questões Étnico-racias na Sala de Aula
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Mapa Conceitual

Ontem na aula presencial de Psicologia produzimos um mapa conceitual sobre os Estádios do Desenvolvimento, segundo a teoria Epistemologia Genética. Já fizemos mapas conceituais em outras interdisciplinas usando o software CMap Tools, mas sempre individualmente e a distância. Desta vez a profª. Tânia nos desafiou a construí-lo em grupos. Nossas discussões em grupo giraram em torno de como apresentar tantos conceitos importantes, na verdade nós queríamos mesmo fazer um mapa completo, sem omitir nenhum dos conceitos da referida teoria. Entretanto tivemos que optar pelos mais significativos para as componentes do grupo ou não realizaríamos a atividade em tempo hábil. Acredito que todas ficamos satisfeitas com o resultado do trabalho e das novas aprendizagens, tanto a respeito da Epistemologia Genética quanto da utilização da ferramenta Mapa Conceitual na educação.
sábado, 30 de maio de 2009
“Como você se sente como aluno(a) negro(a) nesta escola?”
1) Me sinto feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz por estar num curso técnico e ser negra. Triste porque muito poucos negros entram no técnico e menos ainda numa faculdade. Mas com fé, esforço e dedicação buscaremos nosso lugar na sociedade e mostraremos que somos capazes de estudar e ser aprovados sem as cotas.
2) Me sinto bem na maior parte do tempo, sou olhada e admirada pela maioria das pessoas. Mas sinto que às vezes sou julgada pela minha cor, já fui discriminada várias vezes nesta minha vida. Sempre que alguma coisa desaparece na sala de aula, como aconteceu com o celular da Júlia em março, sinto que as pessoas desconfiam de mim em primeiro lugar, depois quando aparece o culpado elas ficam com cara de bobas porque não era um negro.
3) Hoje sou mais tranqüilo quanto aos apelidos e até ofensas que escuto, mas sofri bastante quando era criança, brigava muito na escola e batia em todo mundo que falasse da minha cor, do meu nariz ou do meu cabelo, eu não me aceitava muito bem sabe? Sempre tem aqueles colegas de aula que se acham melhores que os outros, os brancos acham que são melhores só por causa da cor da pele, quero ver se algum deles me ganha na capoeira. Eu quero respeito em todo lugar que eu vá.
4) Muito bem! Mas acredito que sou respeitada porque sou estudiosa e só tiro notas boas, não pela minha cor. Não me sinto ofendida se alguém me chama de negra, é a minha cor e tenho orgulho disso. Discriminação eu já senti quando eu era bem pequena e um coleguinha de aula me chamou de negra suja e fedorenta, isso era uma mentira e me magoou muito, até hoje não esqueci aquelas palavras. É muito duro ouvir coisas mentirosas a seu respeito e isso dói em pessoas negras, brancas ou índias. Qualquer pessoa que tenha sentimento devia pensar bem antes de julgar as outras só pela sua aparência.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Animais Híbridos
Hibridação é o processo de reprodução entre dois animais de espécies diferentes, quando isso for possível. Às espécies geradas através da hibridização, damos o nome de mestiços, ou simplesmente, animais híbridos. Um exemplo bastante simples de animal híbrido é o caso do burro ou da mula, resultante do cruzamento da égua (Equus caballus) e do jumento (Equus asinus). O fenômeno foi estudado pela primeira vez em plantas, no século XVIII, por Kolreuter. Todos os animais híbridos são estéreis. Essa esterilidade ocorre devido a problemas cromossômicos no processo de meiose, assim, as células desses animais vão possuir um número híbrido de cromossomos que terão dificuldades em formar pareamento. Entre outros exemplos de animais híbridos podemos citar os ligres, animais resultantes do cruzamento entre um leão e uma tigresa; e as zéguas, resultantes do cruzamento entre uma égua e uma zebra. Através de técnicas de engenharia genética, é relativamente fácil criar embriões de animais híbridos em laboratório, porém, novas pesquisas afirmam que o processo de hibridação pode ocorrer de forma natural e espontânea na própria natureza, como no caso dos ursos pinzentos, cruzamento de ursos polares e cinzentos. Geralmente, surgem novas espécies de animais híbridos na natureza quando alguns animais passam a ter comportamentos diferentes, se isolando do restante do grupo. Além disso, devido à variabilidade genética, alguns animais podem apresentar cores e algumas pequenas diferenças em relação à maioria, os tornando atrativos sexualmente para espécies diferentes da sua. Devido ao aquecimento global, muitos cientistas acreditam que a hibridação será um processo evolutivo que acontecerá em larga escala. Assim, o ser humano passa a acelerar o processo de hibridação através da destruição de alguns habitats, criação de outros; extinção de espécies, poluição, destruição de cadeias alimentares, etc, forçando as espécies a se adaptarem biológica e geneticamente a essas condições, colocando em risco, a diversidade das espécies e o equilíbrio biológico.Fonte: http://www.brasilescola.com/biologia/animais-hibridos.htm
quarta-feira, 13 de maio de 2009
II Aula Presencial de PSICOLOGIA
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Diversidade
sábado, 9 de maio de 2009
Método Clínico - Jean Piaget
Clube do Imperador

"A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada e a embriaguez passa, mas a estupidez dura para sempre."
(Aristófanes)Ontem assisti Clube do Imperador de Michael Hoffman. Em várias cenas do filme o Professor William Hundert (Kevin Kline) se depara com dilemas morais que permeiam a atividade docente, em qualquer época ou sociedade. Em determinado momento o Professor está corrigindo os testes da última etapa do concurso que realiza anualmente, quando constata que o aluno Sedgewick Bell (Emile Hirsch) - aluno este que estava incentivando a uma mudança de postura frente a educação e a vida - alcançou somente a quarta colocação, ficando fora do concurso. Numa tentativa absurda de dar uma chance a seu pupilo, o Professor então altera a pontuação e lhe dá o terceiro lugar. Ao tomar esta decisão o professor coloca em cheque alguns de seus princípios morais, os quais pratica e defende em aula perante seus alunos, como por exemplo, a confiança, a honestidade, a justiça e a verdade. Em nenhum momento concordo com a atitude do Professor William Hundert, pois o que ele fez não foi moralmente correto, mesmo com todas as suas boas intenções.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Avaliação dos PA's
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos


Acima algumas fotos da aula presencial de Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia II, onde a Profª Tania Marques proprôs a dramatização de uma situação em sala de aula, mostrando a importância de colocar em dúvida as certezas que as crianças ou adultos têm. Entrar em conflito, discutir e re-estruturar nossos pensamentos, provocando processos de assimilação e acomodação, com certeza nos levará a construção de novos conhecimentos. Jean piaget afirma em sua teoria, chamada Epistemologia Genética, que o conhecimento é construído pelo sujeito através de suas ações sobre o objeto de estudo, e também por meio das relações que faz com o que já sabe e o conhecimento novo que lhe é apresentado. É importante que tenhamos claro qual epistemologia sustenta o modelo pedagógico que aplicamos em sala de aula em nosso cotidiano, e ter presente que esta está diretamente ligada a que tipo de cidadão e sociedade desejamos ajudar a formar.