quinta-feira, 9 de outubro de 2008

A Cultura de ter Filhos

O Projeto Temático da interdisciplina Psicologia da Vida Adulta vai render boas discussões no grande grupo no dia da apresentação dos trabalhos. Quando tocamos num assunto tão particular cada pessoa reage de uma maneira, ao questionarmos a razão de ter ou não um filho ou mais de um filho muitas pessoas ficam melindradas em responder, pois é algo muito íntimo de cada um de nós, uma decisão muito particular. Pesquisas mostram que a taxa de fecundidade vem caindo a cada ano e isso vai levar a um envelhecimento da população brasileira, mas ainda vemos mulheres grávidas com mais três ou quatro crianças pela mão todos os dia na rua, nas sinaleiras ou no ônibus. Isso é algo que sempre me assusta e já fui condenada por essa idéia que tenho, acredito que nem toda mulher nasceu para ser mãe e nem todo homem nasceu para ser pai, não acho nenhum crime alguém decidir que não vai ter filhos, a vida é muito mais do que ter filhos e a eles se dedicar. E ninguém é mais ou melhor do que o outro pelo simples fato de ter uma prole. Na minha opinião esta é uma questão cultural, onde cada um deve decidir o que deseja para sua vida, pois um filho é para sempre!

2 comentários:

Suelen Assunção disse...

Marga querida!
E como questão cultural, é difícil pensar a realidade para além do nosso entendimento cultural. A cultura, determina nosso pensamento, nosso modo de ser. E, assim, as pessoas de determinada cultura, tomam discursos emergentes sobre maternidade de forma a constituir a si próprio.
Hoje em dia, até já vemos discursos sobre a falta de maternidade, mas ainda é pouco divulgado.
Beijão no coração
E parabéns pela rica discussão que nos coloca.
Suelen - tutora da sede - Seminário Integrador V

Denise_tutora disse...

Olá Margarete ... após ler a sua postagem referente ao projeto temático e o comentário da colega Suelen, fiquei praticamente sem palavras.
Concordo plenamente com a sua última frase, onde diz que cada um deve saber o que é melhor pra si, principlamente em uma escolha tão pessoal e definitiva.Abraços, Denise.