Aprendi um novo termo: Andragogia. Criado pelo norte-americano Malcolm Knowles significa A Arte e Ciência de Orientar Adultos a Aprender. Linderman, já em 1926 afirmava que "nós aprendemos aquilo que nós fazemos. A experiência é o livro-texto vivo do adulto aprendiz". Pesquisadores chegaram a conclusão que um aluno adulto guarda na memória somente 10% do que ouve depois de 72 horas, mas se ele realizar a atividade este índice sobre para 85%. Como já discutimos no fórum de Psicologia na idade adulta chegamos à independência, adquirimos mais experiência, já aprendemos com nossos erros e sabemos o que queremos para nossa vida, transformando assim nossa visão de aprendizagem. Percebo que o aluno adulto está mais disposto a aprender, tem uma motivação diferente da criança. Decide o que deseja aprender na prática de acordo com sua necessidade. Observo meus alunos de Informática no Curso Técnico de Administração, eles não têm paciência de ficar em uma sala de aula, copiando e estudando por 4 horas, vários já me confidenciaram e alguns já abandonaram o curso, pois não percebem sentido em aulas teóricas e maçantes que não acrescentam nada a seu aprendizado. Claro, que existem conceitos que devem ser aprendidos, no entanto, é papel do professor conduzir este aluno, tanto adulto como criança, a uma aprendizagem significativa e prazerosa; no caso dos adultos, esta deve ser focada na qualificação da sua profissional e pessoal.
Um comentário:
Marga querida!
Experiência, para o autor que citaste, é "aquilo que nós fazemos". Mas, quando estamos estudando um assunto teórico, não estamos "fazendo" algo prático com o nosso pensamento? Pensar não é "fazer"? Pensar não é prática?
E, para aprendermos, a prática deve necessariamente ser "prazerosa". Creio que o discurso do prazer no aprender seja atual. Mas antes de haver este discurso, não havia o aprender?
Eu mesma tive uma educação longe de ser prazerosa e, mesmo assim, aprendi bastante....
Beijão
Suelen - tutora da sede - Seminário Integrador V
Postar um comentário